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Jovens empreendedores criam plataforma digital para dinamizar o acesso à justiça

 No Brasil, jovens empreendedores criam plataforma digital para dinamizar o acesso à justiça.



Eles vestem a camisa. Renato Aurilio, Ellen Miranda, Paulo Palenzuela e Fernando Mello Neto.

A plataforma digital Consumidor Processa, nasceu da mente brilhante dos jovens advogados Fernando Mello Neto, Paulo Palenzuela, Ellen Miranda e Renato Aurilio.
Lançado em 2020, no auge da pandemia, o empreendimento veio para suprir a grande demanda pelo acesso à justiça, além de fomentar o mercado de novos profissionais do Direito, classe está tão impactada pelo isolamento social.
Três palavras podem definir bem a ideia do quarteto, eficiência, rapidez e comodidade.


Porém como as mentes empreendedoras são habitualmente irrequietas, a equipe já tem perspectivas para o período pós pandemia, e estejam certos, é de crescimento ainda maior, por diversos fatores.

“O fator principal, infelizmente, é o momento caótico financeiro da maioria dos países, especialmente os menos desenvolvidos, devem viver nos próximos anos após "normalização". A primeira perspectiva que queremos apresentar é dos advogados. Diversos escritórios sofreram reduções substanciais nos contratos com clientes-empresas, com reduções de até 80% do valor pago anteriormente. Isso acarreta em diminuição dos gastos com salários e os advogados acabam prejudicados por tal situação. Acreditamos que diversas empresas irão requerer recuperação judicial, por exemplo, o que geraria: i) redução absurda dos salários; ii) desemprego. Para as duas situações, a Consumidor Processa se demonstra uma plataforma de possibilidade de crescimento profissional e remuneração justa, de acordo com o trabalho do profissional”, comenta Palenzuela.

“O segundo quadro é o do consumidor que se adaptou a resolver seus problemas de casa. Com as audiências virtuais e a adaptação dos órgãos ao novo modelo, acreditamos que os consumidores não mais querem burocracias na hora de processar. Assim, nosso modelo fácil, rápido e prática acaba sendo uma grande ferramenta para a manutenção das facilidades que foram adquiridas.

Temos também o cenário de volta dos exames da ordem e universidades, formando mais advogados, o que permite que a empresa realize novos meios de publicidade, trazendo mais advogados para atuação e apresentando este modelo a cada vez mais pessoas. Hoje, o nosso marketing acaba se limitando às redes sociais e a volta de atividades presenciais permite que a Consumidor Processa se conecte com mais consumidores de maneira efetiva.

Por fim, acreditamos que o modelo de trabalho remoto (Home Office) veio pra ficar. Diversas empresas já se manifestaram no sentido de adotar definitivamente essa prática, especialmente para redução de gastos gerada pelo impacto financeiro. Assim, a Consumidor Processa larga na frente por acreditar que esse é o melhor e mais atualizado modelo possível, permitindo que o profissional seja remunerado de forma justa e na medida que exercer seu trabalho, sem necessidade de grandes investimentos, isto é, de forma democrática, aproximando ainda o profissional de sua família, como já acontece na maioria dos países mais desenvolvidos há algumas décadas”, conclui Mello Neto.



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