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Jornalista Angolano Augusto Alfredo reúne Memórias contadas em Livros 


Augusto Alfredo é angolano graduado em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social da UFJF. Depois da graduação regressou ao seu país, tendo trabalhado como repórter e mais tarde promovido a editor da página de economia do Jornal de Angola, único diário do país.

Como docente da Universidade Agostinho Neto, lecionou disciplinas de Gêneros jornalísticos, Teoria da Comunicação, Técnicas de Reportagem.

Paralelamente ao exercício do jornalismo, lecionou em regime de colaboração às disciplinas de Teoria da Comunicação, Gêneros Jornalísticos e Técnica de Reportagem na Universidade Antônio Agostinho Neto e no Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), em Luanda. Durante sua estadia na UFJF, participou ativamente como membro do Grupo Divulgação tendo atuado nos espetáculos “O dragão verde”, de Maria Clara Machado, “O homem e o cavalo”, de Oswald de Andrade, “O mistério das nove luas”, de Ilo Krugli, e “A incelença”, de Luiz Marinho.

Além de jornalista é militar das Forças Armadas Angolanas. Atualmente exerce a função de adido de defesa junto da Embaixada de Angola no Brasil. É autor das obras “Inquietações do jornalismo”, “Aventuras de um estudante angolano no estrangeiro” e “Angola 40 anos: Memórias de um repórter”.

 O livro conta, com riqueza de detalhes, como foi o processo de descobertas e adaptação cultural no novo país, além de mostrar as dificuldades como a falta de segurança, a falta de dinheiro e a saudade dos familiares e do país, que naquela época estava em guerra. A obra, que tem o prefácio assinado pela professora da UFJF Márcia Falabella, já foi lançada em Portugal e Angola.

 “Memórias de um repórter” é escrito com a delicadeza e precisão necessárias para a composição da narrativa que levará o leitor a se imergir em histórias que unem o passado e o presente de Angola. O autor explica como foi a construção da reportagem que deu origem ao livro: “ao invés de entrevistarmos um economista ou mesmo um governante, optamos por percorrer mais de 300 quilômetros e colher em cada pedaço da estrada, esquina ou rosto de transeuntes histórias que marcaram os 30 anos da independência de Angola. Rever as suas expectativas, alegrias e tristezas. Percorrer trilhas do caminho, reviver sabores e aromas de um tempo que persiste em ser presente”. 

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